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APAE DE GIRUÁ E O AUTISMO UM MODO DE VER O MUNDO COM UM JEITO ÚNICO DE SER.

Em 7/15/2021 às 10:40

Dia 02/04/21

Neste dia 2 de abril, celebramos o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. A data, criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2007, visa conscientizar a sociedade a respeito do Transtorno do Espectro Autista (TEA) e, desse modo, reduzir o preconceito existente contra os indivíduos que apresentam o transtorno. O Transtorno do Espectro do Autismo é uma síndrome de origem genética e neurológica que compromete o desenvolvimento global do indivíduo. É caracterizado por algum grau de alteração do comportamento social, comunicação e linguagem, e por um repertório restrito, estereotipado e repetitivo de interesses e atividades. 

 A Apae de Giruá  atende alunos e pacientes com autismo, que recebem atendimento nas áreas da educação e da saúde, envolvendo  uma equipe interdisciplinar  com psicólogo, neurologista, psiquiatra, terapeuta ocupacional, nutricionista, assistente social e fisioterapeuta. 

 Os atendimentos são realizados na instituição dentro de  estimulação cognitiva, gerências de comportamento e sociabilidade, efetuados de forma individual pelos profissionais, quaisquer planos de intervenção contêm objetivos e metas que a criança autista precisa abarcar e é baseado em déficits avaliados para desenvolver nela habilidades funcionais para a vida. 

 A ingerência é realizada juntamente com o apoio familiar, sendo este sempre orientado com as atividades diárias, exemplificando de como fazer o manuseio de comportamentos inadequados, as alterações sensoriais, orientação de pais.

Pensar em crianças com autismo é conceber que aprendem de forma diferenciada e necessitam de intervenções específicas e mediação para o aprendizado. Para que a atividade pedagógica leve ao desenvolvimento escolar da criança com TEA, o professor precisa usar diferentes recursos.Muitas vezes, pode ser um desafio o processo de aprendizagem de todos os alunos, com suas diferentes necessidades. No entanto, não existe um método único que funcione para todas as crianças, mas sim aquele que corresponde às suas demandas e considera os seus  interesses e habilidades.

As crianças com autismo apresentam formas específicas de se comunicar, podem ter dificuldade em reconhecer suas emoções e em interagir com os colegas e professores. Por outro lado, podem ter interesses e habilidades que  devem ser exploradas na aprendizagem. Não existe uma “receita” para ensinar crianças e adolescentes com TEA. Hoje,sabemos que: mesmo que duas pessoas apresentem o mesmo diagnóstico, elas podem reagir de modos diferentes a uma mesma proposta pedagógica. As vezes, o que funciona para um estudante com autismo pode não funcionar para outro. O  professor não precisa ser especialista no transtorno,para ensinar  é indicado que se procure conhecer todos os alunos de forma individual e se perceba como cada um aprende. Mais do que um conhecimento específico, a inclusão dessas crianças e adolescentes requer uma mudança no modo  de pensar  a educação.

 

 

 

Fonte: apae girua, folha giruaense

55 3361-1150 - apaegirua@gmail.com
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